21
Junho
2018

Ácido Lático

Ácido Lático

O Ácido Lático é um ácido orgânico produzido a partir de fermentação de açúcares por bactérias. O ácido lático puro é um sólido cristalino com baixo ponto de fusão (53°C). Normalmente, apresenta-se como líquido de cor clara ou amarelada; possui sabor azedo, é inodoro e solúvel em água, álcool e éter, e insolúvel em clorofórmio.

O ácido lático tem sido extensivamente utilizado em diversas aplicações industriais, tornando-se atualmente, um insumo industrial de larga produção. É amplamente utilizado na indústria alimentícia como acidulante e conservante.  Além de produtos lácteos o ácido lático tem ampla gama de possibilidades de utilização na indústria alimentícia, é um bom conservante para alimentos em conserva, como azeitonas e picles e também pode ser aplicado como flavorizante, controlador de pH ou inibidor de bactérias em produtos como: pães, bebidas, sopas, cervejas, geleias, maioneses, carnes frescas, e outros.

A adição do ácido lático aumenta o tempo de prateleira e reduz o crescimento de microrganismos.

Vejamos alguns exemplos da aplicação do ácido lático na indústria alimentícia:

Aplicação do ácido lático em laticínios: Produtos lácteos fornecem nutrientes essenciais e são itens recorrentes na lista de compras de consumidores ao redor do mundo. Com o aumento dos níveis de exigência dos consumidores e, principalmente, da competitividade desse mercado, oferecer produtos lácteos de alta qualidade, garantindo a segurança desses alimentos e ainda manter-se à frente das principais tendências globais é um grande desafio. O ácido lático é um ácido orgânico, produzido a partir da fermentação de açúcares por bactérias, assim como ocorre na produção de diversos iogurtes e queijos. Dessa maneira, diversos dos componentes de sabor nele presentes são os mesmos produzidos durante a fermentação do leite, fazendo com que seu perfil de sabor seja complementar ao sabor lácteo, de acidez suave e característica. A escolha dos laticínios pelo ácido lático como o acidulante padrão tanto para o uso no processamento quanto no produto final é, portanto, de fácil compreensão, pois este é de fácil ajuste e manipulação, permitindo uma regulagem eficaz do pH e perfeito balanceamento de sabor, além de ser essencial no processamento de diversos queijos.

Aplicação do ácido lático em embutidos cárneos: As tripas naturais são utilizadas na industrialização de embutidos cárneos devido a sua capacidade de se adaptarem à massa durante o embutimento. No entanto, elas são consideradas fontes de contaminação dos embutidos que são utilizados em sua produção.  A utilização do ácido lático no tratamento de tripas bovinas utilizadas no embutimento de linguiças cozidas reduz o crescimento de microrganismos patógenos, reduzindo perdas no processo e aumentando a qualidade dos produtos.

Aplicação do ácido lático em pães: Além dos ingredientes básicos para a fabricação do pão, podem-se adicionar alguns aditivos, como por exemplo, o ácido lático que têm como finalidade melhorar a qualidade do produto final ou até mesmo mudar suas características. O ácido lático age com a finalidade de equilibrar a atividade enzimática da farinha  melhorando a força da massa e a tolerância ao processo de panificação além de evitar o desenvolvimento de bactérias prejudiciais ao pão.

O ácido lático Adicel é a solução ideal para o aprimoramento do seu laticínio, somos o seu parceiro ideal para o desenvolvimento de produtos lácteos cada vez mais saudáveis, frescos e saborosos.

Categories: Notícias

20
Junho
2018

Aroma Natural de Fumaça

Aroma Natural de Fumaça
O Aroma Natural de Fumaça é um produto obtido através da queima de madeiras que geram uma fumaça que “saboriza” uma água ou óleo. Cada tipo de madeira apresenta diferentes notas proporcionando diferentes sabores de defumado quando aplicados em produtos alimentícios. O aroma de fumaça natural da Adicel pode ser aplicado em qualquer preparação alimentícia ou até mesmo em fragrâncias quando quiser “perfumar” um ambiente com um sabor delicioso de comida defumada. É muito comum seu uso em embutidos em geral, carnes, peixes, marinadas, caldos, farofas, temperos, legumes e vários outros produtos alimentícios. Seu uso é muito prático, pode ser usado de várias formas: acrescentando à mistura, pulverizar cobrindo o produto ou de outra forma criativa que você imaginar.
O produto final apresentará uma coloração levemente caramelizada ficando mais forte com maior concentração. O uso é ao gosto do consumidor. Existem duas versões: líquida e em pó, proporcionando o mesmo resultado final.
Agora, é experimentar e usar sua criatividade em suas preparações alimentícias. E claro, surpreender quem está comendo!

Categories: Notícias

09
Fevereiro
2017

Produção industrial em Minas cresce 2,3% no último trimestre de 2016

Ainda de acordo com o IBGE, o ano passado foi o quarto seguido com queda na produção industrial em Minas.

Produção industrial em Minas cresce 2,3% no último trimestre de 2016

A queda no ano passado foi menor que a apurada em 2015. Foto: Marcelo Sant’Anna/Estado de Minas

A produção da indústria de Minas Gerais apresentou crescimento de 2,3% em dezembro do ano passado, quando comparado com novembro do mesmo ano, segundo dados apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da boa notícia, no acumulado de janeiro a dezembro de 2016 o recuo no estado foi de 6,2%.

Ainda de acordo com o IBGE, o ano passado foi o quarto seguido com queda na produção industrial em Minas. Apesar da notícia ruim, a queda no ano passado foi menor que a apurada em 2015, quando o recuo foi de 7,4%.

O setor que apresentou a maior queda foi no setor de máquinas e equipamentos com queda de 23,9%, seguido de veículos, reboques e carrocerias com recuo de 15,5%. Outro destaque negativo é da indústria extrativista, que tem sofrido com a redução da extração de minérios de ferro bruto ou beneficiado e sofreu tombo de 11,2%. A produção de metal diminuiu em 13,4% a produção.

Já a contribuição positiva ficou por conta, principalmente, do setor de bebidas com crescimento de 5,6% no acumulado do ano. Na sequência, vieram os produtos químicos (3,8%) e a indústria alimentícia (3,8%).

O IBGE ainda comparou o crescimento da indústria mineira apenas com o mês de dezembro de 2015. Nesse caso, a expansão foi de 2,2% e interrompeu a sequência de 32 meses de taxas negativas. O último trimestre de 2016 seguiu o quadro de quedas (3,7%), porém, o recuo foi menor que o observado nos trimestres anteriores. Apesar disso, foi a 11ª taxa negativa seguida.

No primeiro trimestre a queda foi de 12%, de 5,5% no segundo e os 3,8% observados de outubro a novembro de 2016.

Categories: Notícias

09
Janeiro
2017

Otimizar custos analíticos com uso de NIRs é um dos focos na IPPE em 2017

Otimizar custos analíticos com uso de NIRs é um dos focos na IPPE em 2017

A gestão do processo de fábrica de rações (aquisição de ingredientes, formulação, controle de qualidade, etc...) é chave na cadeia de produção de frangos, já que pode representar até 80% dos custos. Esses processos exigem vários gerenciamentos de recursos e monitoramento constante.

Qualquer desvio neste gerenciamento será traduzido em perdas econômicas, por meio de custos de alimentação mais elevados e também menor desempenho animal.

Os recentes desenvolvimentos na espectroscopia de infravermelho proximal (NIR) permitem uma análise local quase instantânea e não destrutiva, e representam uma oportunidade para os produtores otimizarem sua formulação de dieta e controle de qualidade.

Essa será uma das áreas focadas pela AB Vista na próxima edição da IPPE, que acontecerá entre 31 de janeiro e 02 de fevereiro, em Atlanta (EUA).

Atualmente utilizados para o controle da qualidade das matérias-primas, as medições realizadas por NIR são estabelecidas para fornecer ao cliente diferentes sistemas comercialmente viáveis capazes de monitorizar em tempo real o conteúdo de nutrientes e as características físicas dos alimentos para animais.

“As perdas associadas com a variabilidade dos ingredientes dos alimentos podem ser reduzidas, as formulações de alimentos para animais podem ser alteradas e a qualidade das dietas continuamente monitoradas”, revela João Scattolon, coordenador de marketing da AB Vista para América Latina.

NIR fornece  predições rápidas e precisas dos componentes nutricionais dos alimentos. Essas informações podem ajudá-lo a tomar melhores decisões de compra de matéria-prima e formular alimentos mais próximos das exigências nutricionais dos animais.

A AB Vista visa trazer para o público da feira uma base de conhecimento mais ampla para a indústria global de alimentos por meio de uma estreita colaboração com clientes e acadêmicos, identificando novas e excitantes oportunidades para melhorar o desempenho animal.

Categories: Notícias

06
Janeiro
2017

Starbucks deve ultrapassar McDonald’s, prevê analista

Movimento ainda deve levar alguns anos

Starbucks deve ultrapassar McDonald’s, prevê analista

A rede de cafés Starbucks deve ultrapassar o McDonald’s como a rede de restaurantes de maior valor de mercado do mundo e deve alcançar 50 mil unidades, mais que qualquer outra empresa. A previsão é do analista do Nomura Mark Kalinowski, que apontou a ação como a maior aposta no segmento de restaurantes em 2017, em relatório publicado nesta terça-feira.

Sua estimativa é de um crescimento de 8,4% no número de unidades este ano e de aumento de mais de 5% no volume de vendas, na comparação que considera apenas as lojas já existentes no ano anterior. Na sua avaliação, há mais espaço para crescimento na indústria de bebidas — e menos competição —, o que dá vantagem à Starbucks frente ao McDonald’s e rivais como Subway. Ao mesmo tempo, vê potencial na marca de luxo Reserve, que pode gerar US$ 3 bilhões em vendas, auxiliada por bebidas mais caras.

“É apenas uma questão de tempo antes que Starbucks ultrapasse McDonald’s como a maior rede de restaurantes em valor de mercado, apesar de provavelmente não em 2017”, afirmou no documento Mark Kalinowski, um renomado analista do setor.

A ação da Starbucks vem de um ano fraco em 2016. O valor caiu 7,5% no último ano, puxado por preocupações com o crescimento lento. O diretor-executivo, Howard Schultz, também anunciou plano de deixar a empresa, o que abriu espaço para especulações.

A indústria de alimentos como um todo não deve ter um 2017 brilhante, segundo estimativas da empresa de pesquisas NPD. A expectativa é que os restaurantes dos Estados Unidos tenham “pouco ou nenhum crescimento no tráfego”.

A meta da Starbucks é de alcançar 37 mil unidades até 2021, forte crescimento frente à rede de 25 mil restaurantes hoje. Para Kalinowski, no entanto, há potencial para uma operação muito maior:

“Para além de 2021, não ficaremos surpresos se a Starbucks passar das 50 mil unidades”, aponta o analista.

Com isso, a Starbucks ultrapassaria a rede do Subway, que atualmente lidera em número de unidades.

Categories: Notícias

05
Janeiro
2017

Nestlé muda CEO para impulsionar alimentos saudáveis

PepsiCo, General Mills e Kraft Heinz também investiram pesado para criar marcas mais nutritivas e reformular o seu portfólio.

Nestlé muda CEO para impulsionar alimentos saudáveis

A Nestlé anunciou como novo CEO Ulf Mark Schneider, executivo de tradição na indústria de cuidados com a saúde. Schneider, que tem 51 anos, assumiu o comando da empresa em 1º de janeiro. A mudança faz parte da política da multinacional de alimentos, que na última década tem aumentado o portfólio com produtos mais saudáveis, acompanhando as transformações do mercado.

PepsiCo, General Mills e Kraft Heinz também investiram pesado para criar marcas mais nutritivas e reformular o seu portfólio. Schneider tem experiência de 13 anos na empresa alemã de cuidados com a saúde Fresenius SE, que administra hospitais, fabrica equipamentos médicos e fornece medicamentos e produtos nutricionais.

A Nestlé investe há anos em diversas empresas de cuidados com a saúde que vão além de suas plataformas. No início desse ano, a empresa se juntou com uma fabricante de biotecnologia dos Estados Unidos para desenvolver produtos destinados a restaurar o equilíbrio bacteriano no sistema digestivo. Ela tem expandido também sua atuação em “alimentos médicos” para ajudar a prevenir, tratar ou gerenciar problemas de metabolismo, câncer e obesidade.

Categories: Notícias

14
Dezembro
2016

Smart mostra o novo Forfood, versão food truck do Fortwo

A “cozinha” do Forfood dispõe de um fogão por indução, extrator de suco, máquina de café, mini geladeira, porta-garrafas refrigerado e talheres e pratos exclusivos. No visual, o carro apresenta célula de segurança com apliques em xadrez em tons de cinza,

Smart mostra o novo Forfood, versão food truck do Fortwo

O Smart Fortwo é bastante compacto, com apenas 2,69 metros de comprimento. Mas ainda assim, a fabricante alemã viu oportunidade em transforma-lo em um food truck (!). O novo Forfood foi apresentado durante o Salão do Automóvel de Bolonha, na semana passada na Itália, e é apenas um conceito, mas serve de inspiração para quem quiser se diferenciar em meio às vans e peruas convencionais neste ramo.

Como o próprio nome indica, o novo Smart Forfood se diferencia do Fortwo convencional por oferecer uma cozinha na parte traseira da carroceria. O protótipo foi criado sob direção do chef Davide Oldani, que inclusive é embaixador da divisão italiana da Mercedes-Benz (que pertence ao mesmo grupo), com parcerias com empresas na indústria de alimentos e equipamentos, como o Grupo Foccacia e Medici Style.

A “cozinha” do Forfood dispõe de um fogão por indução, extrator de suco, máquina de café, mini geladeira, porta-garrafas refrigerado e talheres e pratos exclusivos. No visual, o carro apresenta célula de segurança com apliques em xadrez em tons de cinza, assinatura do chefe responsável pelo projeto e bancos com desenho de talheres no revestimento.

Dados mecânicos não foram divulgados. Todavia, o Fortwo de produção é equipado com um 1.0 litro a gasolina de três cilindros de 61 ou 71 cv e um 1.0 litro turbo a gasolina de três cilindros de 90 cv, com câmbio manual de cinco velocidades ou automatizado de seis marchas e dupla embreagem.

Categories: Notícias

14
Dezembro
2016

Fispal Tecnologia cria projeto Indústria 4.0 para alimentos e bebidas

Em sua 33ª edição, a Feira Internacional de Tecnologia para as Indústrias de Alimentos e Bebidas – Fispal Tecnologia, realizada pela Informa Exhibitions entre os dias 27 e 30 de junho de 2017, promete ser um marco para o segmento de A&B.

Fispal Tecnologia cria projeto Indústria 4.0 para alimentos e bebidas

Em sua 33ª edição, a Feira Internacional de Tecnologia para as Indústrias de Alimentos e Bebidas – Fispal Tecnologia, realizada pela Informa Exhibitions entre os dias 27 e 30 de junho de 2017, promete ser um marco para o segmento de A&B. Em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia, com a MCK Automação e com a Zorfa Tec Consultoria, contará com a apresentação, em uma área de 300 m², de uma inédita experiência para o visitante, com uma linha de produção que vai resultar em um produto personalizável, demonstrando as tecnologias que serão aplicadas aos processos produtivos no ambiente da “Indústria 4.0”.

Conhecida como a quarta revolução industrial, baseada em informação e conectividade, através do conceito de “Internet das Coisas” (do inglês IoT, Internet of Things), o conceito “Indústria 4.0” tem como objetivo otimizar e modernizar o processo produtivo, levando à redução de custos, ao pleno atendimento das necessidades dos consumidores, com produtos customizados e individuais, e atingindo o mesmo nível de competitividade em custo de processos de produção em massa. Indústria 4.0 é a aplicação mais eficiente dos recursos, proporcionando reduções de custos de manutenção, consumo de energia e insumos, e aumentando a produtividade.

“Através de pesquisas realizadas nas últimas edições da Fispal Tecnologia, constatamos o interesse dos visitantes sobre o tema inovação, especialmente as pequenas e médias indústrias, que correspondem a cerca de 95% do mercado brasileiro. Entendemos que é uma responsabilidade da Informa Exhibitions, como organizadora do evento, atender à expectativa do público; por isso fomos buscar parceiros para este inovador projeto”, declara Clélia Iwaki, diretora da Fispal Tecnologia.

O evento de apresentação deste demonstrador da Indústria 4.0 para o segmento de A&B da Fispal Tecnologia aconteceu nesta semana, no São Paulo Expo, e contou com a presença de todos os parceiros envolvidos tecnicamente no projeto – professores Ari Costa e Carlos Cabral, do Instituto Mauá de Tecnologia, Marcio Antonio Daré, diretor técnico e comercial da MCK Automação Industrial, responsável pela integração do processo produtivo do projeto, e Paulo Roberto Santos, da Zorfa Tec, consultoria estratégica de automação da Indústria 4.0. Estiveram presentes também representantes das empresas expositoras da feira e potenciais parceiros no projeto para a demonstração efetiva da Indústria 4.0.

“Estamos vivendo o momento certo para a instalação da Indústria 4.0, por conta da perspectiva de retomada de crescimento do mercado, para fidelização de clientes e personalização do produto, de acordo com as exigências do consumidor. Agora é a vez da indústria mudar, pois o consumidor já está na era 4.0”, explica Paulo Roberto dos Santos, consultor em Inovação Tecnológica.

UMA NOVA FISPAL TECNOLOGIA

Depois de 32 anos, a feira tem novo endereço, sendo realizada pela primeira vez no São Paulo Expo, novo centro de exposições da cidade, com instalações modernas, climatização, com infraestrutura adequada e de bom nível, além de um edifício garagem de acesso fácil e estratégico.

A edição de 2017 da Fispal Tecnologia apresentará quatro novos projetos para surpreender os mais de 40 mil visitantes esperados. Começando pelo Fórum Fispal de Tecnologia, em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), passando pelos “Lounge da Inovação”, em parceria com o Senai Barra Funda, e “Lounge da Embalagem”, em parceria com a ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, fechando com a apresentação da Indústria 4.0, que promete uma nova relação entre consumidor e indústrias.

Outra novidade desta edição é a setorização da feira, onde os produtos e serviços estão organizados por segmentos, otimizando a visita dos profissionais da indústria contribuindo para efetivação de negócios. Os setores estão divididos em: máquinas para embalagens, marcação e codificação, embalagem, processo, equipamentos e acessórios, logística e automação.

O novo formato reunirá empresários, executivos e profissionais de toda cadeia produtiva com os objetivos de realizar negócios, estreitar relacionamentos e ampliar networking.

Categories: Notícias

12
Dezembro
2016

Nova técnica de dissolução promete reduzir a quantidade de açúcar em alimentos

Para muita gente evitar açúcar é uma missão quase impossível. O sabor é agradável e ele pode servir até como calmante caseiro.

Nova técnica de dissolução promete reduzir a quantidade de açúcar em alimentos

Para muita gente evitar açúcar é uma missão quase impossível. O sabor é agradável e ele pode servir até como calmante caseiro. Porém, o consumo em excesso pode cair literalmente como uma bomba relógio para a saúde. Pesquisadores da indústria alimentícia, porém, encontraram uma maneira de dissolver o açúcar em menor quantidade na composição de seus produtos mantendo o mesmo sabor. A promessa é de que seja feita uma redução de cerca de 40% do que é utilizado hoje.

De acordo com a nutricionista Marcia Daskal, o produto é a forma mais rápida que se tem de fornecer glicose para o organismo e a falta pode gerar implicações.

— É um componente que auxilia no funcionamento do cérebro, da retina e dos rins. A deficiência de glicose pode refletir em dores de cabeça e os olhos começam ficar vertiginosos — afirma Daskal.

A nutricionista Alana Sampaio, do Instituto Masan, explica que se o consumo não for moderado, uma série de problemas podem ser desenvolvidos como a obesidade e a diabetes.

— Durante o dia deve se consumir no máximo cerca seis colheres de açúcar. Geralmente os produtos industrializados tem grande quantidade de doces. O consumo, portanto, deve ser evitado ao máximo e quando feito tem que ficar sempre de olho no rótulo. Lá o açúcar está sempre disfarçado com outros nomes como xarope de glicose, amido de milho e sacarose — aconselha Alana.

Opiniões divididas sobre esse ‘vilão’

Tratado como um dos vilões da saúde, o açúcar divide opiniões quando o assunto é dieta saudável. Carboidrato altamente calórico, sua função é basicamente dar disposição e energia. Quando a quantidade ingerida passa da conta e as atividades do organismo não são suficientes para absorver essas calorias, elas são revertidas em tecido adiposo.

A nutricionista Marcia Daskal ressalta que o problema está apenas no excesso:

— O prazer que sentimos com alimentos de sabor adocicado é inato. Além de fornecerem carboidratos e energia, eles adicionam sabor, deixando alguns alimentos mais apetitosos. Sem abuso, o açúcar entra numa dieta equilibrada — afirma Marcia.

Já o cardiologista Roberto Chapelin explica que a guloseima pode até irritar a mucosa do tubo digestivo e gerar doenças crônicas como diabetes, doenças cardíacas e a formação de cálculos na vesícula biliar.

— É possível que uma pessoa fique insatisfeita com a aparência e o acúmulo de gordura é prejudicial.

Categories: Notícias

11
Dezembro
2016

Profood Tech 2017: feira nos EUA destaca necessidades da indústria alimentícia

Cerca de 280 expositores de 13 países já confirmaram sua participação na Profood Tech 2017, a nova plataforma internacional de negócios para a indústria de processamento de alimentos e bebidas na América do Norte. No evento, serão apresentadas novas tecno

Profood Tech 2017: feira nos EUA destaca necessidades da indústria alimentícia

O evento oferece um ambiente de negócios concebido e realizado pela indústria e para a indústria. Graças a um Conselho Expositor, garante a máxima relevância para os mercados abrangentes. Expositores de grande renome como a Gea, Polypack, Serac, Tetra Pak, TREPKO e Veolia Water Solutions já confirmaram sua participação no evento. Dinamarca e Turquia serão representados com pavilhões nacionais. Outros países como China, França, Itália, entre outros, estão planejando a participação.

O novo formato de feira de negócios foi pensado para satisfazer totalmente o mercado. Charlie Harlfinger, CEO da Harpak-ULMA resume: "Por muitos anos, houve a grande necessidade de uma feira para o setor de processamentos de alimentos efetivamente internacional e ampla, e agora, estou confiante de que os três organizadores da Profood Tech vão transformar esse evento no show que a indústria urgentemente precisa ".

“O conceito da Profood Tech de oferecer uma plataforma de tecnologia central para a indústria de alimentos e bebidas na região do NAFTA, e o crescimento estável do maior mercado de alimentos do mundo, os EUA, têm convencido muitas empresas nacionais e internacionais a participar da feira“, explica Brena Bäumle, diretora da Bäumle organização de Feiras, representante da Koelnmesse para o Brasil.

As oportunidades no mercado dos EUA são especialmente boas para os fabricantes Europeus: as exportações da União Européia no setor de tecnologia de processos para a indústria de alimentos nos EUA aumentaram em valor, entre 2011 e 2015, em quase 45%. As empresas européias participam da Profood Tech para apresentar novos produtos: "A Profood Tech, em Chicago, é para nós a plataforma ideal para apresentar nossa solução para a redução natural de pragas de alimentos, com luz infravermelha, para o mercado dos EUA", diz Jan-Udo Kreyenborg, diretor executivo da KREYENBORG GmbH.

A Profood Tech é ajustada às necessidades do mercado NAFTA. A alta qualidade do Conselho Expositor, representada por grandes nomes como Azo, Chr. Hansen, Sistemas Delkor, Deville Technologies, Ecolab, Harpak-ULMA Packaging, Krones, Polypack,Serac e Tetra Pak, garante a relevância da feira.

Com o intuito de  criar uma plataforma central para a rede de fornecedores de tecnologia da indústria, a PMMI, que é uma uma associação voltada para as tecnologias de processamento e envase, tem focado no alto padrão dos visitantes. Assim sendo, os principais decisores dos grandes produtores de alimentos da América do Norte são esperados.

Categories: Notícias

04
Dezembro
2016

Indústria alimentícia deve ser a última a sofrer com medidas protecionistas do novo presidente dos EUA, diz JBS

A indústria de alimentos tende a ser a última a sofrer com eventuais restrições de comércio, avaliou o diretor de relações com investidores da JBS, Jeremiah O’Callaghan

Indústria alimentícia deve ser a última a sofrer com medidas protecionistas do novo presidente dos EUA, diz JBS

A indústria de alimentos tende a ser a última a sofrer com eventuais restrições de comércio, avaliou o diretor de relações com investidores da JBS, Jeremiah O’Callaghan, ao abordar as propostas de protecionismo do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. Segundo ele, o cenário é sustentado pelo efeito sobre a inflação e pela “inquietação social” provocada pela escassez de alimentos.

Durante seminário sobre o tema promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), O’Callaghan considerou ainda que o futuro governo americano deverá se preocupar em preservar uma indústria que “gera tanto emprego”, lembrando que o grupo brasileiro emprega aproximadamente 70.000 pessoas nos Estados Unidos, onde entrou há mais de uma década.

O executivo avaliou que Trump assumirá a presidência de um país que apresenta sinais de crescimento econômico, com perspectiva de aumento de renda e investimentos, o que é positivo ao consumo. Sobre a possibilidade de o republicano tirar os Estados Unidos da Parceria Transpacífica (TPP) – que reduziria o custo no comércio com o Japão, um dos maiores mercados da JBS -, o diretor considerou que seria mais rentável exportar com menos tarifa, mas que a ruptura com a zona de livre-comércio não implicará uma “mudança radical” no posicionamento da empresa.

Categories: Notícias

23
Novembro
2016

Suplementos são usados em 54% dos lares

A incidência é mais alta em Belém (59%) e menor em Brasília (47%), isso nos últimos 06 meses

Suplementos são usados em 54% dos lares

Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD) conclui que em 54% dos domicílios brasileiros há consumo de algum suplemento alimentar. A incidência é mais alta em Belém (59%) e menor em Brasília (47%), isso nos últimos 06 meses.

Dos lares brasileiros em que há uso de suplementos, 47% foram homens e 53% mulheres. Estão entre 17 e 65 anos de idade e consomem, em média. Entre os tipos de suplementação alimentar, destaque para a vitamina C, ômega, multivitamínicos e  cálcio. Em percentuais, 48% são vitaminas, 22% minerais, 19% extraídos de plantas, 17% ácidos graxos, 16% proteínas, 14% aminoácidos e 12& de óleos como cártamo, peixe, alho, entre outros.

Segundo a dona de casa Eliane da Silva o suplemento é uma solução para aquisição de nutrientes quando a pessoa não tem costume de comê-los naturalmente. “Meu filho faz cara feia na hora de comer legumes e verduras. Ele adora trocar o almoço por doces e outras guloseimas, mas sei da importância de ingerir carboidratos, vitaminas, proteínas, mas nem sempre o discurso funciona”, disse.

Devido à dificuldade do filho para se alimentar, a dona de casa, sob orientações médicas, adotou os suplementos. Já a nutricionista Elizabeth Regina acredita que aceitação ou não da pessoa a determinados tipos de comida é reflexo dos hábitos alimentares da família e afirma que é preciso educar também para comer. “A infância é o período adequado para acostumar os filhos”, alerta.

Com relação às dietas alimentares para a perda de peso, a pesquisa afirma que 24% das pessoas fazem regimes especiais, enquanto que 76% realizam qualquer dieta. E mais: 65% contam com orientação médica, 24% com nutricionista. Porém, 47% não estão satisfeitos com a prática da alimentação atual.

Para 96% dos entrevistados os resultados da suplementação são satisfatórios. No quesito o que motivou a consumir os suplementos, 86% disseram que foi saúde , 57% atribuíram a atividades físicas e 45% afirmou que a estética falou mais alto.

Categories: Notícias

22
Novembro
2016

Aplicativo desenvolvido em SC monitora conservação de alimentos

Uma startup de Chapecó , no Oeste de Santa Catarina, venceu um prêmio internacional ao desenvolver um aplicativo que usa a tecnologia para garantir ao consumidor que ele está levando um produto fresco para casa.

Aplicativo desenvolvido em SC monitora conservação de alimentos

Uma startup de Chapecó , no Oeste de Santa Catarina, venceu um prêmio internacional ao desenvolver um aplicativo que usa a tecnologia para garantir ao consumidor que ele está levando um produto fresco para casa.

"Depois que o produto sai da produção é difícil para a indústria acompanhar ele. Esse é um problema que a gente está tentando resolver para que ela consiga previnir esse problema e não chegar um produto deteriorado ou contaminado até o consumidor", afirma a empresária Caroline Dallacorte.

Uma etiqueta com nano sensor fica na embalagem dos produtos. Basta aproximar um tablet ou celular que tenha o aplicativo que todas as informações do produto vão estar disponíveis ao cliente, como data de fabricação, validade e até um gráfico que mostra a temperatura que o produto atingiu em diferentes momentos.

Isso faz com que a vida útil do produto aumente, porque quando ele atinge uma temperatura acima do permitido o sistema emite um alerta. Em um sorvete, por exemplo, quem compra pode ter a certeza que ele nunca ficou descongelado.

Esta ideia fez a empresa catarinense ganhar um prêmio na Alemanha. "Ficamos seis semenas em Berlim, onde a gente acelerou nosso produto, trabalhamos em negócio e no final a startup com melhor desempenho foi premiada e nós conquistamos o primeiro lugar", conta Caroline.

A intenção da startup é que no ano que vem o produto já esteja no mercado. Duas indústrias da região demonstraram interesse pelo sistema, que está sendo testado em alguns produtos alimentícios.

A tecnologia pode ser usada também na indústria farmacêutica para monitorar, por exemplo, vacinas que precisam manter uma temperatura específica.

Categories: Notícias

09
Novembro
2016

Indústria: setores de alimentos e têxteis já reagem

Dois setores destoam da recessão na qual a indústria mergulhou

Indústria: setores de alimentos e têxteis já reagem

Dois setores destoam da recessão na qual a indústria mergulhou. A indústria de alimentos estima encerrar o ano com a produção estável em relação a 2015, ou até registrar crescimento de 0,1%, caso as vendas para o Natal superem as expectativas, segundo o diretor do Departamento de Economia da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), Denis Ribeiro.

— Alimentos são itens de primeira necessidade e reagem mais rapidamente do que setores que dependem de crédito e demanda. É claro que fazemos parte de uma estrutura maior, que é a economia brasileira. Mas, a partir de meados de 2016, estamos menos mal, por conta da queda na inflação. Ainda não estamos no positivo, mas estamos com a cabeça fora d’água. O Natal nos ajudará no último trimestre .

Já o setor têxtil foi beneficiado pela alta do dólar, que freou as importações, e pelo esvaziamento dos estoques do varejo em 2015.

— Durante 2016, para todas as vendas, o varejo teve de fazer encomendas à indústria — explica Rafael Cervone, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.

Ele estima que a produção terá alta de 6% em 2016 e que o faturamento do segmento chegará a R$ 127 bilhões — R$ 6 bilhões a mais do que em 2015.

Categories: Notícias

09
Novembro
2016

Saudabilidade impulsiona as estratégias do Marketing de Alimentos

Setor passa por grandes transformações com a tendência de alimentação saudável. Próximos anos serão desafiadores para indústria por conta da mudança no comportamento do consumidor

Saudabilidade impulsiona as estratégias do Marketing de Alimentos

A indústria de alimentos vem sendo impactada por diferentes tendências. Uma das principais que vem ganhando novos adeptos é a de saudabilidade. Esse nicho vem transformando as leis e a forma com que muitos produtos se apresentam - o que envolve desde a redução de sódio até itens sem glúten e lactose em maior quantidade nas gôndolas. No Brasil, o mercado de produtos com esse apelo movimentou US$ 34,7 bilhões em 2014, 72,3% a mais do que o montante registrado cinco anos antes, em 2009, segundo levantamento da Euromonitor.

O maior crescimento se deu no segmento destinado à intolerância alimentar, que saltou 211,5% neste mesmo período - passando de US$ 50,3 milhões para US$ 156,7 milhões. Muitas companhias vêm utilizando essas categorias como estratégia, tornando o Marketing nutricional uma forma de diferenciação de produtos, o que caracteriza uma ação inovadora com o objetivo de fornecer informações nutricionais sobre seus produtos ao consumidor, permitindo-lhes a opção consciente de alimentos de acordo com o estilo de vida de cada um.

Esse é um setor diferenciado de publicidade, que trabalha com extrema assertividade e com muita estratégia, buscando atingir uma enorme gama dentro de segmentos do mercado. Esse ramo envolve basicamente diferentes tendências, trabalhando não só acerca da propaganda, mas também pela responsabilidade socioambiental, pelas regras de segurança e saúde, pela qualidade nutricional do cenário nacional, pela política de preços, entre outros fatores.

Inicialmente, incluir tabelas de valores nutricionais nos rótulos alimentícios foi utilizada pela indústria como uma tática, o que virou lei de rotulagem nutricional, passando a não ser mais um diferencial, mas sim uma obrigatoriedade. Esse tipo de comportamento da indústria insere a marca na promoção da saúde pública, o que torna a empresa participante do processo de educação alimentar da população, gerando benefícios à marca.

Cada rótulo e cada embalagem faz parte do trabalho desenvolvido dentro do Marketing de alimentos, que também marca presença em cardápios de restaurantes, promoções de refeições, entre outras ações. As empresas devem estar atentas a tudo que cerca o comportamento de compra do consumidor por meio de características como ter habilidade para se adaptar a um único formato ou ainda direcionar-se a grupos-alvo bem definidos. A análise deve levar em conta se o item pode ser funcional e ter habilidade para captar a imaginação do consumidor ou ainda se determinada marca será bem recebida no aspecto de saúde. Isso porque quando um produto é associado à doenças ou sobrepeso é necessário mais do que uma simples apresentação de um novo item: será necessário reformular toda comunicação e visão da corporação.

Categories: Notícias