09
Fevereiro
2017

Produção industrial em Minas cresce 2,3% no último trimestre de 2016

Ainda de acordo com o IBGE, o ano passado foi o quarto seguido com queda na produção industrial em Minas.

Produção industrial em Minas cresce 2,3% no último trimestre de 2016

A queda no ano passado foi menor que a apurada em 2015. Foto: Marcelo Sant’Anna/Estado de Minas

A produção da indústria de Minas Gerais apresentou crescimento de 2,3% em dezembro do ano passado, quando comparado com novembro do mesmo ano, segundo dados apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da boa notícia, no acumulado de janeiro a dezembro de 2016 o recuo no estado foi de 6,2%.

Ainda de acordo com o IBGE, o ano passado foi o quarto seguido com queda na produção industrial em Minas. Apesar da notícia ruim, a queda no ano passado foi menor que a apurada em 2015, quando o recuo foi de 7,4%.

O setor que apresentou a maior queda foi no setor de máquinas e equipamentos com queda de 23,9%, seguido de veículos, reboques e carrocerias com recuo de 15,5%. Outro destaque negativo é da indústria extrativista, que tem sofrido com a redução da extração de minérios de ferro bruto ou beneficiado e sofreu tombo de 11,2%. A produção de metal diminuiu em 13,4% a produção.

Já a contribuição positiva ficou por conta, principalmente, do setor de bebidas com crescimento de 5,6% no acumulado do ano. Na sequência, vieram os produtos químicos (3,8%) e a indústria alimentícia (3,8%).

O IBGE ainda comparou o crescimento da indústria mineira apenas com o mês de dezembro de 2015. Nesse caso, a expansão foi de 2,2% e interrompeu a sequência de 32 meses de taxas negativas. O último trimestre de 2016 seguiu o quadro de quedas (3,7%), porém, o recuo foi menor que o observado nos trimestres anteriores. Apesar disso, foi a 11ª taxa negativa seguida.

No primeiro trimestre a queda foi de 12%, de 5,5% no segundo e os 3,8% observados de outubro a novembro de 2016.

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09
Janeiro
2017

Otimizar custos analíticos com uso de NIRs é um dos focos na IPPE em 2017

Otimizar custos analíticos com uso de NIRs é um dos focos na IPPE em 2017

A gestão do processo de fábrica de rações (aquisição de ingredientes, formulação, controle de qualidade, etc...) é chave na cadeia de produção de frangos, já que pode representar até 80% dos custos. Esses processos exigem vários gerenciamentos de recursos e monitoramento constante.

Qualquer desvio neste gerenciamento será traduzido em perdas econômicas, por meio de custos de alimentação mais elevados e também menor desempenho animal.

Os recentes desenvolvimentos na espectroscopia de infravermelho proximal (NIR) permitem uma análise local quase instantânea e não destrutiva, e representam uma oportunidade para os produtores otimizarem sua formulação de dieta e controle de qualidade.

Essa será uma das áreas focadas pela AB Vista na próxima edição da IPPE, que acontecerá entre 31 de janeiro e 02 de fevereiro, em Atlanta (EUA).

Atualmente utilizados para o controle da qualidade das matérias-primas, as medições realizadas por NIR são estabelecidas para fornecer ao cliente diferentes sistemas comercialmente viáveis capazes de monitorizar em tempo real o conteúdo de nutrientes e as características físicas dos alimentos para animais.

“As perdas associadas com a variabilidade dos ingredientes dos alimentos podem ser reduzidas, as formulações de alimentos para animais podem ser alteradas e a qualidade das dietas continuamente monitoradas”, revela João Scattolon, coordenador de marketing da AB Vista para América Latina.

NIR fornece  predições rápidas e precisas dos componentes nutricionais dos alimentos. Essas informações podem ajudá-lo a tomar melhores decisões de compra de matéria-prima e formular alimentos mais próximos das exigências nutricionais dos animais.

A AB Vista visa trazer para o público da feira uma base de conhecimento mais ampla para a indústria global de alimentos por meio de uma estreita colaboração com clientes e acadêmicos, identificando novas e excitantes oportunidades para melhorar o desempenho animal.

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06
Janeiro
2017

Starbucks deve ultrapassar McDonald’s, prevê analista

Movimento ainda deve levar alguns anos

Starbucks deve ultrapassar McDonald’s, prevê analista

A rede de cafés Starbucks deve ultrapassar o McDonald’s como a rede de restaurantes de maior valor de mercado do mundo e deve alcançar 50 mil unidades, mais que qualquer outra empresa. A previsão é do analista do Nomura Mark Kalinowski, que apontou a ação como a maior aposta no segmento de restaurantes em 2017, em relatório publicado nesta terça-feira.

Sua estimativa é de um crescimento de 8,4% no número de unidades este ano e de aumento de mais de 5% no volume de vendas, na comparação que considera apenas as lojas já existentes no ano anterior. Na sua avaliação, há mais espaço para crescimento na indústria de bebidas — e menos competição —, o que dá vantagem à Starbucks frente ao McDonald’s e rivais como Subway. Ao mesmo tempo, vê potencial na marca de luxo Reserve, que pode gerar US$ 3 bilhões em vendas, auxiliada por bebidas mais caras.

“É apenas uma questão de tempo antes que Starbucks ultrapasse McDonald’s como a maior rede de restaurantes em valor de mercado, apesar de provavelmente não em 2017”, afirmou no documento Mark Kalinowski, um renomado analista do setor.

A ação da Starbucks vem de um ano fraco em 2016. O valor caiu 7,5% no último ano, puxado por preocupações com o crescimento lento. O diretor-executivo, Howard Schultz, também anunciou plano de deixar a empresa, o que abriu espaço para especulações.

A indústria de alimentos como um todo não deve ter um 2017 brilhante, segundo estimativas da empresa de pesquisas NPD. A expectativa é que os restaurantes dos Estados Unidos tenham “pouco ou nenhum crescimento no tráfego”.

A meta da Starbucks é de alcançar 37 mil unidades até 2021, forte crescimento frente à rede de 25 mil restaurantes hoje. Para Kalinowski, no entanto, há potencial para uma operação muito maior:

“Para além de 2021, não ficaremos surpresos se a Starbucks passar das 50 mil unidades”, aponta o analista.

Com isso, a Starbucks ultrapassaria a rede do Subway, que atualmente lidera em número de unidades.

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05
Janeiro
2017

Nestlé muda CEO para impulsionar alimentos saudáveis

PepsiCo, General Mills e Kraft Heinz também investiram pesado para criar marcas mais nutritivas e reformular o seu portfólio.

Nestlé muda CEO para impulsionar alimentos saudáveis

A Nestlé anunciou como novo CEO Ulf Mark Schneider, executivo de tradição na indústria de cuidados com a saúde. Schneider, que tem 51 anos, assumiu o comando da empresa em 1º de janeiro. A mudança faz parte da política da multinacional de alimentos, que na última década tem aumentado o portfólio com produtos mais saudáveis, acompanhando as transformações do mercado.

PepsiCo, General Mills e Kraft Heinz também investiram pesado para criar marcas mais nutritivas e reformular o seu portfólio. Schneider tem experiência de 13 anos na empresa alemã de cuidados com a saúde Fresenius SE, que administra hospitais, fabrica equipamentos médicos e fornece medicamentos e produtos nutricionais.

A Nestlé investe há anos em diversas empresas de cuidados com a saúde que vão além de suas plataformas. No início desse ano, a empresa se juntou com uma fabricante de biotecnologia dos Estados Unidos para desenvolver produtos destinados a restaurar o equilíbrio bacteriano no sistema digestivo. Ela tem expandido também sua atuação em “alimentos médicos” para ajudar a prevenir, tratar ou gerenciar problemas de metabolismo, câncer e obesidade.

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14
Dezembro
2016

Smart mostra o novo Forfood, versão food truck do Fortwo

A “cozinha” do Forfood dispõe de um fogão por indução, extrator de suco, máquina de café, mini geladeira, porta-garrafas refrigerado e talheres e pratos exclusivos. No visual, o carro apresenta célula de segurança com apliques em xadrez em tons de cinza,

Smart mostra o novo Forfood, versão food truck do Fortwo

O Smart Fortwo é bastante compacto, com apenas 2,69 metros de comprimento. Mas ainda assim, a fabricante alemã viu oportunidade em transforma-lo em um food truck (!). O novo Forfood foi apresentado durante o Salão do Automóvel de Bolonha, na semana passada na Itália, e é apenas um conceito, mas serve de inspiração para quem quiser se diferenciar em meio às vans e peruas convencionais neste ramo.

Como o próprio nome indica, o novo Smart Forfood se diferencia do Fortwo convencional por oferecer uma cozinha na parte traseira da carroceria. O protótipo foi criado sob direção do chef Davide Oldani, que inclusive é embaixador da divisão italiana da Mercedes-Benz (que pertence ao mesmo grupo), com parcerias com empresas na indústria de alimentos e equipamentos, como o Grupo Foccacia e Medici Style.

A “cozinha” do Forfood dispõe de um fogão por indução, extrator de suco, máquina de café, mini geladeira, porta-garrafas refrigerado e talheres e pratos exclusivos. No visual, o carro apresenta célula de segurança com apliques em xadrez em tons de cinza, assinatura do chefe responsável pelo projeto e bancos com desenho de talheres no revestimento.

Dados mecânicos não foram divulgados. Todavia, o Fortwo de produção é equipado com um 1.0 litro a gasolina de três cilindros de 61 ou 71 cv e um 1.0 litro turbo a gasolina de três cilindros de 90 cv, com câmbio manual de cinco velocidades ou automatizado de seis marchas e dupla embreagem.

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14
Dezembro
2016

Fispal Tecnologia cria projeto Indústria 4.0 para alimentos e bebidas

Em sua 33ª edição, a Feira Internacional de Tecnologia para as Indústrias de Alimentos e Bebidas – Fispal Tecnologia, realizada pela Informa Exhibitions entre os dias 27 e 30 de junho de 2017, promete ser um marco para o segmento de A&B.

Fispal Tecnologia cria projeto Indústria 4.0 para alimentos e bebidas

Em sua 33ª edição, a Feira Internacional de Tecnologia para as Indústrias de Alimentos e Bebidas – Fispal Tecnologia, realizada pela Informa Exhibitions entre os dias 27 e 30 de junho de 2017, promete ser um marco para o segmento de A&B. Em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia, com a MCK Automação e com a Zorfa Tec Consultoria, contará com a apresentação, em uma área de 300 m², de uma inédita experiência para o visitante, com uma linha de produção que vai resultar em um produto personalizável, demonstrando as tecnologias que serão aplicadas aos processos produtivos no ambiente da “Indústria 4.0”.

Conhecida como a quarta revolução industrial, baseada em informação e conectividade, através do conceito de “Internet das Coisas” (do inglês IoT, Internet of Things), o conceito “Indústria 4.0” tem como objetivo otimizar e modernizar o processo produtivo, levando à redução de custos, ao pleno atendimento das necessidades dos consumidores, com produtos customizados e individuais, e atingindo o mesmo nível de competitividade em custo de processos de produção em massa. Indústria 4.0 é a aplicação mais eficiente dos recursos, proporcionando reduções de custos de manutenção, consumo de energia e insumos, e aumentando a produtividade.

“Através de pesquisas realizadas nas últimas edições da Fispal Tecnologia, constatamos o interesse dos visitantes sobre o tema inovação, especialmente as pequenas e médias indústrias, que correspondem a cerca de 95% do mercado brasileiro. Entendemos que é uma responsabilidade da Informa Exhibitions, como organizadora do evento, atender à expectativa do público; por isso fomos buscar parceiros para este inovador projeto”, declara Clélia Iwaki, diretora da Fispal Tecnologia.

O evento de apresentação deste demonstrador da Indústria 4.0 para o segmento de A&B da Fispal Tecnologia aconteceu nesta semana, no São Paulo Expo, e contou com a presença de todos os parceiros envolvidos tecnicamente no projeto – professores Ari Costa e Carlos Cabral, do Instituto Mauá de Tecnologia, Marcio Antonio Daré, diretor técnico e comercial da MCK Automação Industrial, responsável pela integração do processo produtivo do projeto, e Paulo Roberto Santos, da Zorfa Tec, consultoria estratégica de automação da Indústria 4.0. Estiveram presentes também representantes das empresas expositoras da feira e potenciais parceiros no projeto para a demonstração efetiva da Indústria 4.0.

“Estamos vivendo o momento certo para a instalação da Indústria 4.0, por conta da perspectiva de retomada de crescimento do mercado, para fidelização de clientes e personalização do produto, de acordo com as exigências do consumidor. Agora é a vez da indústria mudar, pois o consumidor já está na era 4.0”, explica Paulo Roberto dos Santos, consultor em Inovação Tecnológica.

UMA NOVA FISPAL TECNOLOGIA

Depois de 32 anos, a feira tem novo endereço, sendo realizada pela primeira vez no São Paulo Expo, novo centro de exposições da cidade, com instalações modernas, climatização, com infraestrutura adequada e de bom nível, além de um edifício garagem de acesso fácil e estratégico.

A edição de 2017 da Fispal Tecnologia apresentará quatro novos projetos para surpreender os mais de 40 mil visitantes esperados. Começando pelo Fórum Fispal de Tecnologia, em parceria com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), passando pelos “Lounge da Inovação”, em parceria com o Senai Barra Funda, e “Lounge da Embalagem”, em parceria com a ABRE – Associação Brasileira de Embalagem, fechando com a apresentação da Indústria 4.0, que promete uma nova relação entre consumidor e indústrias.

Outra novidade desta edição é a setorização da feira, onde os produtos e serviços estão organizados por segmentos, otimizando a visita dos profissionais da indústria contribuindo para efetivação de negócios. Os setores estão divididos em: máquinas para embalagens, marcação e codificação, embalagem, processo, equipamentos e acessórios, logística e automação.

O novo formato reunirá empresários, executivos e profissionais de toda cadeia produtiva com os objetivos de realizar negócios, estreitar relacionamentos e ampliar networking.

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12
Dezembro
2016

Nova técnica de dissolução promete reduzir a quantidade de açúcar em alimentos

Para muita gente evitar açúcar é uma missão quase impossível. O sabor é agradável e ele pode servir até como calmante caseiro.

Nova técnica de dissolução promete reduzir a quantidade de açúcar em alimentos

Para muita gente evitar açúcar é uma missão quase impossível. O sabor é agradável e ele pode servir até como calmante caseiro. Porém, o consumo em excesso pode cair literalmente como uma bomba relógio para a saúde. Pesquisadores da indústria alimentícia, porém, encontraram uma maneira de dissolver o açúcar em menor quantidade na composição de seus produtos mantendo o mesmo sabor. A promessa é de que seja feita uma redução de cerca de 40% do que é utilizado hoje.

De acordo com a nutricionista Marcia Daskal, o produto é a forma mais rápida que se tem de fornecer glicose para o organismo e a falta pode gerar implicações.

— É um componente que auxilia no funcionamento do cérebro, da retina e dos rins. A deficiência de glicose pode refletir em dores de cabeça e os olhos começam ficar vertiginosos — afirma Daskal.

A nutricionista Alana Sampaio, do Instituto Masan, explica que se o consumo não for moderado, uma série de problemas podem ser desenvolvidos como a obesidade e a diabetes.

— Durante o dia deve se consumir no máximo cerca seis colheres de açúcar. Geralmente os produtos industrializados tem grande quantidade de doces. O consumo, portanto, deve ser evitado ao máximo e quando feito tem que ficar sempre de olho no rótulo. Lá o açúcar está sempre disfarçado com outros nomes como xarope de glicose, amido de milho e sacarose — aconselha Alana.

Opiniões divididas sobre esse ‘vilão’

Tratado como um dos vilões da saúde, o açúcar divide opiniões quando o assunto é dieta saudável. Carboidrato altamente calórico, sua função é basicamente dar disposição e energia. Quando a quantidade ingerida passa da conta e as atividades do organismo não são suficientes para absorver essas calorias, elas são revertidas em tecido adiposo.

A nutricionista Marcia Daskal ressalta que o problema está apenas no excesso:

— O prazer que sentimos com alimentos de sabor adocicado é inato. Além de fornecerem carboidratos e energia, eles adicionam sabor, deixando alguns alimentos mais apetitosos. Sem abuso, o açúcar entra numa dieta equilibrada — afirma Marcia.

Já o cardiologista Roberto Chapelin explica que a guloseima pode até irritar a mucosa do tubo digestivo e gerar doenças crônicas como diabetes, doenças cardíacas e a formação de cálculos na vesícula biliar.

— É possível que uma pessoa fique insatisfeita com a aparência e o acúmulo de gordura é prejudicial.

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11
Dezembro
2016

Profood Tech 2017: feira nos EUA destaca necessidades da indústria alimentícia

Cerca de 280 expositores de 13 países já confirmaram sua participação na Profood Tech 2017, a nova plataforma internacional de negócios para a indústria de processamento de alimentos e bebidas na América do Norte. No evento, serão apresentadas novas tecno

Profood Tech 2017: feira nos EUA destaca necessidades da indústria alimentícia

O evento oferece um ambiente de negócios concebido e realizado pela indústria e para a indústria. Graças a um Conselho Expositor, garante a máxima relevância para os mercados abrangentes. Expositores de grande renome como a Gea, Polypack, Serac, Tetra Pak, TREPKO e Veolia Water Solutions já confirmaram sua participação no evento. Dinamarca e Turquia serão representados com pavilhões nacionais. Outros países como China, França, Itália, entre outros, estão planejando a participação.

O novo formato de feira de negócios foi pensado para satisfazer totalmente o mercado. Charlie Harlfinger, CEO da Harpak-ULMA resume: "Por muitos anos, houve a grande necessidade de uma feira para o setor de processamentos de alimentos efetivamente internacional e ampla, e agora, estou confiante de que os três organizadores da Profood Tech vão transformar esse evento no show que a indústria urgentemente precisa ".

“O conceito da Profood Tech de oferecer uma plataforma de tecnologia central para a indústria de alimentos e bebidas na região do NAFTA, e o crescimento estável do maior mercado de alimentos do mundo, os EUA, têm convencido muitas empresas nacionais e internacionais a participar da feira“, explica Brena Bäumle, diretora da Bäumle organização de Feiras, representante da Koelnmesse para o Brasil.

As oportunidades no mercado dos EUA são especialmente boas para os fabricantes Europeus: as exportações da União Européia no setor de tecnologia de processos para a indústria de alimentos nos EUA aumentaram em valor, entre 2011 e 2015, em quase 45%. As empresas européias participam da Profood Tech para apresentar novos produtos: "A Profood Tech, em Chicago, é para nós a plataforma ideal para apresentar nossa solução para a redução natural de pragas de alimentos, com luz infravermelha, para o mercado dos EUA", diz Jan-Udo Kreyenborg, diretor executivo da KREYENBORG GmbH.

A Profood Tech é ajustada às necessidades do mercado NAFTA. A alta qualidade do Conselho Expositor, representada por grandes nomes como Azo, Chr. Hansen, Sistemas Delkor, Deville Technologies, Ecolab, Harpak-ULMA Packaging, Krones, Polypack,Serac e Tetra Pak, garante a relevância da feira.

Com o intuito de  criar uma plataforma central para a rede de fornecedores de tecnologia da indústria, a PMMI, que é uma uma associação voltada para as tecnologias de processamento e envase, tem focado no alto padrão dos visitantes. Assim sendo, os principais decisores dos grandes produtores de alimentos da América do Norte são esperados.

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04
Dezembro
2016

Indústria alimentícia deve ser a última a sofrer com medidas protecionistas do novo presidente dos EUA, diz JBS

A indústria de alimentos tende a ser a última a sofrer com eventuais restrições de comércio, avaliou o diretor de relações com investidores da JBS, Jeremiah O’Callaghan

Indústria alimentícia deve ser a última a sofrer com medidas protecionistas do novo presidente dos EUA, diz JBS

A indústria de alimentos tende a ser a última a sofrer com eventuais restrições de comércio, avaliou o diretor de relações com investidores da JBS, Jeremiah O’Callaghan, ao abordar as propostas de protecionismo do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. Segundo ele, o cenário é sustentado pelo efeito sobre a inflação e pela “inquietação social” provocada pela escassez de alimentos.

Durante seminário sobre o tema promovido pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), O’Callaghan considerou ainda que o futuro governo americano deverá se preocupar em preservar uma indústria que “gera tanto emprego”, lembrando que o grupo brasileiro emprega aproximadamente 70.000 pessoas nos Estados Unidos, onde entrou há mais de uma década.

O executivo avaliou que Trump assumirá a presidência de um país que apresenta sinais de crescimento econômico, com perspectiva de aumento de renda e investimentos, o que é positivo ao consumo. Sobre a possibilidade de o republicano tirar os Estados Unidos da Parceria Transpacífica (TPP) – que reduziria o custo no comércio com o Japão, um dos maiores mercados da JBS -, o diretor considerou que seria mais rentável exportar com menos tarifa, mas que a ruptura com a zona de livre-comércio não implicará uma “mudança radical” no posicionamento da empresa.

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23
Novembro
2016

Suplementos são usados em 54% dos lares

A incidência é mais alta em Belém (59%) e menor em Brasília (47%), isso nos últimos 06 meses

Suplementos são usados em 54% dos lares

Pesquisa divulgada pela Associação Brasileira de Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD) conclui que em 54% dos domicílios brasileiros há consumo de algum suplemento alimentar. A incidência é mais alta em Belém (59%) e menor em Brasília (47%), isso nos últimos 06 meses.

Dos lares brasileiros em que há uso de suplementos, 47% foram homens e 53% mulheres. Estão entre 17 e 65 anos de idade e consomem, em média. Entre os tipos de suplementação alimentar, destaque para a vitamina C, ômega, multivitamínicos e  cálcio. Em percentuais, 48% são vitaminas, 22% minerais, 19% extraídos de plantas, 17% ácidos graxos, 16% proteínas, 14% aminoácidos e 12& de óleos como cártamo, peixe, alho, entre outros.

Segundo a dona de casa Eliane da Silva o suplemento é uma solução para aquisição de nutrientes quando a pessoa não tem costume de comê-los naturalmente. “Meu filho faz cara feia na hora de comer legumes e verduras. Ele adora trocar o almoço por doces e outras guloseimas, mas sei da importância de ingerir carboidratos, vitaminas, proteínas, mas nem sempre o discurso funciona”, disse.

Devido à dificuldade do filho para se alimentar, a dona de casa, sob orientações médicas, adotou os suplementos. Já a nutricionista Elizabeth Regina acredita que aceitação ou não da pessoa a determinados tipos de comida é reflexo dos hábitos alimentares da família e afirma que é preciso educar também para comer. “A infância é o período adequado para acostumar os filhos”, alerta.

Com relação às dietas alimentares para a perda de peso, a pesquisa afirma que 24% das pessoas fazem regimes especiais, enquanto que 76% realizam qualquer dieta. E mais: 65% contam com orientação médica, 24% com nutricionista. Porém, 47% não estão satisfeitos com a prática da alimentação atual.

Para 96% dos entrevistados os resultados da suplementação são satisfatórios. No quesito o que motivou a consumir os suplementos, 86% disseram que foi saúde , 57% atribuíram a atividades físicas e 45% afirmou que a estética falou mais alto.

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22
Novembro
2016

Aplicativo desenvolvido em SC monitora conservação de alimentos

Uma startup de Chapecó , no Oeste de Santa Catarina, venceu um prêmio internacional ao desenvolver um aplicativo que usa a tecnologia para garantir ao consumidor que ele está levando um produto fresco para casa.

Aplicativo desenvolvido em SC monitora conservação de alimentos

Uma startup de Chapecó , no Oeste de Santa Catarina, venceu um prêmio internacional ao desenvolver um aplicativo que usa a tecnologia para garantir ao consumidor que ele está levando um produto fresco para casa.

"Depois que o produto sai da produção é difícil para a indústria acompanhar ele. Esse é um problema que a gente está tentando resolver para que ela consiga previnir esse problema e não chegar um produto deteriorado ou contaminado até o consumidor", afirma a empresária Caroline Dallacorte.

Uma etiqueta com nano sensor fica na embalagem dos produtos. Basta aproximar um tablet ou celular que tenha o aplicativo que todas as informações do produto vão estar disponíveis ao cliente, como data de fabricação, validade e até um gráfico que mostra a temperatura que o produto atingiu em diferentes momentos.

Isso faz com que a vida útil do produto aumente, porque quando ele atinge uma temperatura acima do permitido o sistema emite um alerta. Em um sorvete, por exemplo, quem compra pode ter a certeza que ele nunca ficou descongelado.

Esta ideia fez a empresa catarinense ganhar um prêmio na Alemanha. "Ficamos seis semenas em Berlim, onde a gente acelerou nosso produto, trabalhamos em negócio e no final a startup com melhor desempenho foi premiada e nós conquistamos o primeiro lugar", conta Caroline.

A intenção da startup é que no ano que vem o produto já esteja no mercado. Duas indústrias da região demonstraram interesse pelo sistema, que está sendo testado em alguns produtos alimentícios.

A tecnologia pode ser usada também na indústria farmacêutica para monitorar, por exemplo, vacinas que precisam manter uma temperatura específica.

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09
Novembro
2016

Indústria: setores de alimentos e têxteis já reagem

Dois setores destoam da recessão na qual a indústria mergulhou

Indústria: setores de alimentos e têxteis já reagem

Dois setores destoam da recessão na qual a indústria mergulhou. A indústria de alimentos estima encerrar o ano com a produção estável em relação a 2015, ou até registrar crescimento de 0,1%, caso as vendas para o Natal superem as expectativas, segundo o diretor do Departamento de Economia da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), Denis Ribeiro.

— Alimentos são itens de primeira necessidade e reagem mais rapidamente do que setores que dependem de crédito e demanda. É claro que fazemos parte de uma estrutura maior, que é a economia brasileira. Mas, a partir de meados de 2016, estamos menos mal, por conta da queda na inflação. Ainda não estamos no positivo, mas estamos com a cabeça fora d’água. O Natal nos ajudará no último trimestre .

Já o setor têxtil foi beneficiado pela alta do dólar, que freou as importações, e pelo esvaziamento dos estoques do varejo em 2015.

— Durante 2016, para todas as vendas, o varejo teve de fazer encomendas à indústria — explica Rafael Cervone, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.

Ele estima que a produção terá alta de 6% em 2016 e que o faturamento do segmento chegará a R$ 127 bilhões — R$ 6 bilhões a mais do que em 2015.

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09
Novembro
2016

Saudabilidade impulsiona as estratégias do Marketing de Alimentos

Setor passa por grandes transformações com a tendência de alimentação saudável. Próximos anos serão desafiadores para indústria por conta da mudança no comportamento do consumidor

Saudabilidade impulsiona as estratégias do Marketing de Alimentos

A indústria de alimentos vem sendo impactada por diferentes tendências. Uma das principais que vem ganhando novos adeptos é a de saudabilidade. Esse nicho vem transformando as leis e a forma com que muitos produtos se apresentam - o que envolve desde a redução de sódio até itens sem glúten e lactose em maior quantidade nas gôndolas. No Brasil, o mercado de produtos com esse apelo movimentou US$ 34,7 bilhões em 2014, 72,3% a mais do que o montante registrado cinco anos antes, em 2009, segundo levantamento da Euromonitor.

O maior crescimento se deu no segmento destinado à intolerância alimentar, que saltou 211,5% neste mesmo período - passando de US$ 50,3 milhões para US$ 156,7 milhões. Muitas companhias vêm utilizando essas categorias como estratégia, tornando o Marketing nutricional uma forma de diferenciação de produtos, o que caracteriza uma ação inovadora com o objetivo de fornecer informações nutricionais sobre seus produtos ao consumidor, permitindo-lhes a opção consciente de alimentos de acordo com o estilo de vida de cada um.

Esse é um setor diferenciado de publicidade, que trabalha com extrema assertividade e com muita estratégia, buscando atingir uma enorme gama dentro de segmentos do mercado. Esse ramo envolve basicamente diferentes tendências, trabalhando não só acerca da propaganda, mas também pela responsabilidade socioambiental, pelas regras de segurança e saúde, pela qualidade nutricional do cenário nacional, pela política de preços, entre outros fatores.

Inicialmente, incluir tabelas de valores nutricionais nos rótulos alimentícios foi utilizada pela indústria como uma tática, o que virou lei de rotulagem nutricional, passando a não ser mais um diferencial, mas sim uma obrigatoriedade. Esse tipo de comportamento da indústria insere a marca na promoção da saúde pública, o que torna a empresa participante do processo de educação alimentar da população, gerando benefícios à marca.

Cada rótulo e cada embalagem faz parte do trabalho desenvolvido dentro do Marketing de alimentos, que também marca presença em cardápios de restaurantes, promoções de refeições, entre outras ações. As empresas devem estar atentas a tudo que cerca o comportamento de compra do consumidor por meio de características como ter habilidade para se adaptar a um único formato ou ainda direcionar-se a grupos-alvo bem definidos. A análise deve levar em conta se o item pode ser funcional e ter habilidade para captar a imaginação do consumidor ou ainda se determinada marca será bem recebida no aspecto de saúde. Isso porque quando um produto é associado à doenças ou sobrepeso é necessário mais do que uma simples apresentação de um novo item: será necessário reformular toda comunicação e visão da corporação.

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01
Novembro
2016

Como decifrar as informações de um rótulo?

O que você verifica em um rótulo de um produto no supermercado? Calorias? Sódio?

Como decifrar as informações de um rótulo?

Aliás, você verifica rótulos? Se a sua resposta for negativa, saiba que você não está sozinho: 26% dos brasileiros não leem os rótulos dos produtos que consomem, de acordo com o levantamento realizado pelo QualiBest, instituto de pesquisa online, que entrevistou 2.358 pessoas para saber se a população verifica as informações nutricionais dos alimentos que compram.

Soma-se a isso o fato de que os brasileiros têm também dificuldade de compreender as informações que constam em rótulos: em consulta conduzida pela organização Consumers International e realizada no país por meio do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor (Idec), apenas 28% dos 786 participantes conseguiram indicar corretamente a quantidade de gorduras, açúcares e sal em um pacote de biscoitos.

Patrícia Amarante, engenheira de alimentos do Sincabima (Sindicato das Indústrias de Cacau e Balas, Massas Alimentícias e Biscoitos, de Doces e Conservas Alimentícias do Estado do Paraná) ensina que antes mesmo de fazer a leitura do rótulo, é essencial verificar a integridade da embalagem. Furos, aberturas, lacres e vazamentos devem ser inspecionados cautelosamente. Latas não devem estar estufadas ou amassadas – caso contrário, não devem ser adquiridas.

Em seguida, a primeira informação a ser olhada pelo consumidor é a validade do produto. A tabela nutricional vem na sequência, permitindo ao consumidor averiguar a quantidade de cada nutriente e porcentagens diárias que aquela porção de produto agregará à sua dieta.

Obrigatoriedade

Mas quais são as informações que precisam obrigatoriamente constar nos rótulos de alimentos? Segundo a RDC 360 de 2003 da Anvisa, que regulamenta a Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados, é obrigatório declarar a quantidade do valor energético e dos seguintes nutrientes: carboidratos, proteínas, gorduras totais, gorduras saturadas, gorduras trans, fibra alimentar e sódio.

Também é necessário declarar na tabela nutricional a porção, ou seja, a quantidade média do alimento que deveria ser consumida por pessoas sadias, maiores de 36 meses de idade em cada ocasião de ingestão. A medida caseira também deve estar indicada tendo como referência algum utensílio comumente utilizado pelo consumidor para medir alimentos, como copo, colher de sopa ou xícara. Além disso, Patrícia salienta que outras leis, portarias, resoluções e instruções normativas obrigam também a declaração de existência de glúten e alergênicos, como forma de garantir a segurança alimentar do consumidor.

Fonte: Smartcom

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31
Outubro
2016

Cosméticos, alimentos e reformas são setores em alta

Crise retarda a compra de produtos e eleva procura por marmitas; segmento de beleza tem preços "resilientes"

Cosméticos, alimentos e reformas são setores em alta

Qualquer pessoa que planeje se tornar um empreendedor, seja por oportunidade ou necessidade, nunca pode deixar de estudar minimamente o mercado que pretende explorar.  A escolha da área para empreender pode ser determinante para o sucesso ou fracasso do novo negócio.  Por isso, faz parte de todos os serviços de apoio às micro e pequenas empresas ajudar futuros empreendedores a identificar segmentos de negócios mais promissores, conforme vários fatores que influenciam na escolha, como disponibilidade de recursos para investimento, características pessoais do empreendedor e a conjuntura econômica.

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), na atual situação de crise econômica, por exemplo, é possível ter bons resultados com a abertura de um novo negócio em setores adequados ao momento da economia, em que o consumidor está sem dinheiro e precisando economizar. Veja exemplos abaixo.

1 - Reparos e consertos

Com a retração das vendas de bens novos, como carros, computadores e eletrodomésticos,  uma boa oportunidade para quem quer empreender é atuar na área de consertos e reparos, já que muitos consumidores têm preferido arrumar produtos e equipamentos quebrados a adquirir novos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de vendas no comércio varejista caiu 0,6% na passagem de julho para agosto deste ano. A queda das vendas apurada pela pesquisa, que inclui negócios dos ramos de veículos, motos e material de construção, foi ainda maior, de 2%. Por isso, os negócios nos segmentos de oficina mecânica de carros ou motos, encanador e eletricista, conserto de computadores e outros serviços de informática, como recarga de cartuchos, assim como os serviços de pedreiro registram aumento em relação a 2015.

2 - Beleza e cosméticos

Outros mercados promissores são os de salões de beleza e venda de cosméticos. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), a venda de cosméticos continua crescendo de maneira estável desde 1996 e faturou R$ 42,6 bilhões em 2015. A Abihpec atribui o comportamento do mercado à maior inserção de mulheres no mercado de trabalho, pois são as principais consumidoras desses ramos, e à alta da frequência de lançamentos    de novos produtos. Ao mesmo tempo, os preços desses produtos são mais estáveis do que os verificados em outros setores.

3 - Vestuário

Embora não tenha registrado aumento no volume de vendas, o mercado de confecção e comércio de roupas se mantém estável por ser um bem de consumo necessário. Mesmo não gastando tanto dinheiro como antes nesse item, os brasileiros ainda vão às compras com frequência, principalmente nas mudanças de estação - intensas neste ano - e em datas especiais.

4 - Bijuterias

As lojas do ramo que fabricam ou vendem bijuterias faturam mesmo em tempos de crise econômica. Em substituição às joias, que tiveram grande aumento de preço, o setor é a melhor opção para vender produtos que são mais "em conta" e que podem ser comprados pelos clientes para presentear alguém ou para uso próprio.

5 - Reciclagem

A reciclagem também é uma área bastante atrativa. Para o empreendedor adquirir a matéria-prima, que são os produtos destinados à reciclagem, não há necessidade de comprá-los sempre. Com isso, você pode trabalhar com peças mais baratas, além da possibilidade de obter uma margem de lucro mais significativa.

6 - Alimentação

O nicho das refeições prontas tem-se mostrado cada vez mais uma boa oportunidade de negócio. Para quem não tem dinheiro para comer em restaurantes todos os dias ou não tem tempo para preparar a própria marmita, essa pode ser a solução do consumidor e uma opção para você empreender na área de alimentos.

Ainda no ramo da alimentação, outros mercados se mostram como boas oportunidades, como o de alimentos orgânicos, comida pronta vendida na rua em carro (food truck) ou bicicleta (food bike), e as lojas virtuais, que viraram febre do comércio na última década.

De acordo com o relatório Webshoppers da consultoria e-Bit, o e-commerce vem registrando taxas de crescimento em torno de 25% nos últimos anos e continua sendo considerado um dos melhores negócios do momento, desde que seja feito de forma profissional e planejada. Porém, com a grande com concorrência, a recomendação dos consultores é optar por nichos de mercado e criar diferencial competitivo de atendimento e preço.

Mas o Sebrae alerta que, para todas as sugestões, o empreendedor precisa observar outras questões na hora de abrir um negócio ou investir em uma área diferente. É necessário verificar, por exemplo, a demanda no local onde pretende instalar sua empresa, avaliar se realmente há necessidade desse tipo de estabelecimento na região e projetar vendas de forma realista.

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